Tecnologia 790

Published in Tecnologia Fevereiro 16 2018

O TecMundo noticiou em maio de 2015 que Elon Musk havia criado uma escola para seus filhos, bem como para crianças de outros executivos da SpaceX, mas, naquela época, o projeto como um todo era um mistério. Musk falou publicamente sobre a escola apenas uma vez, e muitas informações errôneas sobre o estabelecimento acabaram reverberando na mídia internacional. Hoje (15), entretanto, a BBC publicou um artigo dando mais detalhes sobre essa misteriosa escola.

Primeiramente, a escola se chama Ad Astra (em latim, "Para as Estrelas") e vem operando há três anos na cidade de Los Angeles, nos EUA. Musk criou a Ad Astra porque não estava satisfeito com a educação que os filhos recebiam em uma escola de alto padrão na cidade norte-americana e, por isso, resolveu pensar um novo método de ensino. Ele então contratou um professor da antiga escola dos filhos para iniciar o projeto. Em 2015, a Ad Astra tinha 20 alunos e, agora, tem 40.

Depois de muita insistência, o pessoal da BBC conseguiu visitar a escola, mas não pôde publicar muitos detalhes. O que importa, contudo, é que o lugar realente funciona e educa os filhos de Elon Musk e de funcionários da SpaceX. A instituição inclusive fica perto da sede da SpaceX.

Candidatos

Para admitir as crianças, contudo, a escola não faz testes de QI ou provas. Candidatos a novos alunos passam um tempo com as demais crianças, que têm algo entre 7 e 14 anos. Com isso, os professores avaliam se poderão aceitar ou não o novato. Apesar de ser dedicada a crianças de funcionários da empresa de exploração espacial de Musk, quem conhecer um pai de aluno pode ser indicado. Não sabemos quanto custa a mensalidade nessa escola.

Christina Simon, que fez um estudo sobre escolas particulares em Los Angeles, comentou com a BBC que Musk resolveu educar seus filhos e um pequeno grupo de crianças. Por isso, a Ad Astra não deve expandir tanto suas atividades além dos 40 alunos que já estudam por lá.

A filosofia da escola é experimental, não se baseia em um currículo

"A filosofia da escola é experimental, não se baseia em um currículo. Musk decidiu que queria educar seus filhos e um pequeno grupo de crianças assim. É algo que ele desenvolveu, é uma ideia sua, e não uma escola tradicional", revelou Simon.

Musk chegou a comentar que a escola deveria se adaptar às aptidões dos alunos e focar seus esforços em desenvolver as habilidades individuais das crianças conforme elas crescem. "Algumas pessoas adoram o inglês ou os (outros) idiomas, outras, a matemática, outras, a música... São habilidades diferentes. O mais sensato é que a educação se adapte às suas habilidades e aptidões", disse em uma entrevista em 2015.

 

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Fevereiro 16 2018

“Se pudermos chegar à Lua antes que os russos, então devemos chegar.” Foi com o orgulho ferido que o então presidente dos EUA, John F. Kennedy, pronunciou essa frase em 21 de abril de 1961: apenas nove dias antes, a URSS havia lançado pela primeira vez um ser humano ao espaço, Yuri Gagarin. A disputa pela supremacia durante a Guerra Fria foi o melhor incentivo para Washington, até que aquele sonho se realizou em 20 de julho de 1969, quando Neil Armstrong se tornou o primeiro homem a pisar na Lua. Depois disso, e até dezembro de 1972, outros 11 astronautas norte-americanos caminharam sobre a superfície lunar.

Por trás desse sucesso havia um enorme investimento de recursos e um sem-fim de fracassos e incertezas. O feito fez o orgulho patriótico disparar e se misturou com a ideia do excepcionalismo norte-americano. Foi usado para defender o modelo capitalista frente ao comunismo, como inspiração para os desafios políticos, e propiciou avanços científicos. Mas também causou desilusões e até mesmo certa apatia dos cidadãos, em plena ebulição social nos EUA dos anos sessenta e setenta.

“Só o canal do Panamá se assemelha em tamanho ao programa Apollo como o maior esforço tecnológico não militar já realizado pelos EUA”

No 45º aniversário daquela última missão lunar, o presidente Donald Trump reavivou em dezembro o sonho do programa Apollo. Anunciou o objetivo de enviar novamente astronautas ao satélite natural da Terra, e depois a Marte. Apresentou poucos detalhes sobre financiamento e prazos, limitando-se a defender a cooperação com o crescente setor aeroespacial privado. Apesar disso, o orçamento da NASA para 2019, anunciado na segunda-feira, inclui um modesto aumento de recursos para a agência espacial, insuficientes para encarar uma nova missão lunar. A previsão orçamentária dos próximos anos tampouco inclui uma dotação extraordinária que torne factível voltar à Lua.

Entre 1959 e 1973, a NASA destinou 23,6 bilhões de dólares para a exploração da Lua, sem incluir o gasto com infraestrutura. Essa cifra, segundo o valor do dólar de 1973 e levando em conta a inflação, equivale a 131,75 bilhões de dólares atuais (425,2 bilhões de reais, pouco mais de 7% do PIB brasileiro). A maioria desses vultosos recursos foi destinada ao programa Apollo. “Só o canal do Panamá se assemelha em tamanho ao programa Apollo como o maior esforço tecnológico não militar já realizado pelos EUA”, escreve a NASA em uma análise histórica.

A ambição espacial levou o orçamento da agência a disparar desde 1960. Em 1965 alcançou seu recorde: 5,2 bilhões de dólares, ou 5,3% do gasto do Governo norte-americano, hoje equivalentes a 40,92 bilhões (132 bilhões de reais).

Inicialmente, Kennedy era reticente a esse aumento orçamentário e apostava numa corrida espacial mais gradual. Destacados especialistas, incluído Keith Glennan, administrador da NASA entre 1958 e 1961, acreditam que o presidente mudou de opinião depois da missão de Gagarin e da fracassada invasão de Cuba em 1961.

Só 0,45%

Os orçamentos recentes da agência são pífios em comparação aos daquela época. Para 2019, a Casa Branca propôs ao Congresso uma dotação de 19,9 bilhões de dólares, 400 milhões a mais do que neste ano, ou 0,45% do orçamento total do Governo. Desde seu pico nos anos sessenta, a agência espacial sofreu uma contínua perda de recursos, com altas pontuais. A NASA estimou em 2005 que o custo de uma nova missão lunar rondaria os 104 bilhões (335,5 bilhões de reais, pelo câmbio atual).

A falta de vontade política, os cortes e problemas técnicos impediram o retorno. Em 2004, o presidente George W. Bush defendeu missões tripuladas entre 2015 e 2020. Mas em 2010 seu sucessor, Barack Obama, cancelou esse programa e ordenou que todos os esforços fossem voltados a mandar um homem a Marte, algo que esperava que ocorresse antes de 2030. Trump voltou a alterar as prioridades.

Os detratores das novas missões citam seu custo como principal argumento. Outros opinam o contrário. “Explorar o espaço é um ótimo investimento”, escrevia Wallace Fowler, professor da Universidade do Texas, em 2014. Esse engenheiro calcula que cada dólar investido no programa espacial gera um impacto de 8 a 10 dólares. E a corrida lunar contribuiu para avanços em informática, medicina, desenho de materiais e análise climatológica.

Quando se chegou à Lua, entretanto, a percepção não foi tão positiva. Em seu livro No Requiem for the Space Age, o historiador Matthew D. Tribbe contraria a forma idealizada pela qual esse feito é lembrado atualmente. Em 1970, um ano depois da missão de Armstrong, a maioria de norte-americanos não recordava o nome dele, e o país vivia um aumento do neorromantismo crítico com o papel da ciência e da tecnologia, num período marcado pela tensão racial, o pacifismo e a contracultura. “A NASA pode ter sido inofensiva, mas teve a má sorte de se promover como o próximo passo lógico no progresso, num momento em que o próprio significado de ‘progresso’ estava imerso em polêmica”, escreve.    

Eclipse desta quinta-feira

Nesta quinta-feira, 15 de fevereiro, Chile, Argentina, Uruguai, parte do Brasil e da Antártida testemunharão um eclipse solar parcial, que durará quase quatro horas.

Os observadores poderão ver até 60% do Sol bloqueado pela sombra da Lua. Quanto mais o sul se estiver, maior quantidade de Sol se poderá ver bloqueada. Por exemplo, enquanto em Buenos Aires só se poderá ver 17% ofuscados, na parte mais ao sul do país a porcentagem aumentará para 40%.

O fenômeno terá início às 18.55 UTC (16h55, no horário de Brasília), atingirá seu ponto máximo às 20.50 UTC (18h50 de Brasília) e terminará às 22.47 UTC (20h47 de Brasília).

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 15 2018

Achou que aquela mensagem embaraçosa enviada acidentalmente para o seu grupo da família estava apagada para todo o sempre? Pois lamentamos informar que não é bem assim. Embora o WhatsApp já tenha suporte à função de remover mensagens de uma conversa desde o fim de 2017, algumas pessoas estão notando uma falha fundamental nesse sistema: mesmo que seja apagada, a mensagem continua visível através de citações feitas por outras pessoas.

Para entender melhor, basta conferir o exemplo mostrado pelo pessoal do The Next Web. Segundo o site, a remoção da mensagem não afeta citações seja em conversas particulares ou em grupo. O resultado você pode ver na imagem abaixo:

Quotes WhatsApp

Se isso é uma falha na ferramenta ou algo intencional? Bem, está aí um mistério e tanto. Então seja como for, o melhor é continuar tomando muito cuidado com o que manda por aí para evitar virar piada de seus contatos.

Fonte: TecMundo

Published in Tecnologia Fevereiro 15 2018

Preocupado com o vício das pessoas no celular, o padre Valentino Porcile, de uma paróquia no bairro de Sturla, em Gênova, resolveu “aconselhar” seus fiéis a praticarem um jejum do WhatsApp.

Porcile divulgou a ideia em um post no Facebook, que rapidamente viralizou na rede social e ganhou centenas de curtidas e comentários. Diversas pessoas aproveitaram o momento para se “confessarem” pelo uso obsessivo do aplicativo de mensagens.

“Eu realmente gosto da idéia de ver Jesus levando o iPhone que me prende, ele o joga no lago de Tiberias e me diz: ‘deixe suas redes sem fio e me siga'”, escreveu Porcile.

Na sequência da postagem, o padre sugeriu que as pessoas ocupem seus tempos com “relacionamentos reais e autênticos, não fingidos e virtuais”. Além disso, Porcile acrescenta a importância de ter “duas horas de conversa e olhar nos olhos” e de dedicar seu tempo para pessoas necessitadas.

“O verdadeiro desafio não é desligar o celular, mas encontrar formas autênticas e verdadeiras de comunicação. Desligando algo, podemos ativar outros”, concluiu.

Um dos seguidores do padre, na publicação, comentou. “Eu tirei o telefone celular do meu garoto de 13 anos e ele sobreviveu”.

 

Fonte: msn

Published in Tecnologia Fevereiro 14 2018

A mais alta Corte de Justiça do Estado de Nova York decidiu nesta terça-feira (13) que usuários do Facebook podem ser obrigados a repassar fotos e outras informações relevantes para um determinado litígio, mesmo que esses dados constem como protegidos por privacidade em suas configurações.

Por 7 votos a 0, a Corte de Apelações restabeleceu a decisão de um juiz que exigiu que uma mulher de Manhattan incapacitada em um acidente de equitação entregasse ao proprietário do cavalo uma série de fotos tiradas antes e depois de seus ferimentos.

Citando uma “significativa controvérsia” sobre que informação no Facebook merece ser protegida por privacidade, a juíza Janet DiFiore disse que é apropriado exigir a divulgação de materiais que contenham evidências “materiais e necessárias”.

Kelly Forman disse ter se tornado uma reclusa após sofrer uma lesão na coluna e danos cerebrais, com dificuldades para ler e escrever, em virtude de uma queda ocorrida em junho de 2011 causada pela negligência de Mark Henkin ao colocar em seu cavalo um estribo defeituoso que quebrou.

Para defender-se contra as acusações de Kelly Forman, Henkin solicitou acesso a toda conta privada dela no Facebook.

Em fevereiro de 2014, um juiz determinou que Kelly desse a Henkin fotos anteriores ao acidente que ela pretendia usar no julgamento, fotos posteriores ao acidente que não contivessem cenas de nudez ou encontros românticos e ainda acesso aos registros de mensagens dela após o ocorrido.

Mas, em dezembro de 2015, um tribunal de recursos estaduais limitou a divulgação de fotos destinadas ao julgamento, dizendo que Henkin não poderia fazer uma “expedição de pesca” em busca de provas.

A juíza Janet DiFiore, entretanto, restabeleceu a decisão de 2014 dizendo que o tribunal de recursos errou ao defender um “limite elevado” para divulgar registros de redes sociais que dependiam do que os usuários escolheram para compartilhar publicamente.

“Alguns materiais em uma conta do Facebook podem ser razoavelmente caracterizados como privados”, escreveu DiFiore, “mas mesmo materiais confidenciais podem estar sujeitos à averiguação se forem relevantes”.

Segundo a juíza, o pedido de acesso a fotos por parte de Henkin “foi razoavelmente calculado para produzir evidências relevantes para a afirmação do autor de que ela (Kelly) não poderia mais se envolver nas atividades que ela desfrutou antes do acidente e que ela se tornou reclusa”.

O advogado de Forman não teve nenhum comentário imediato. O advogado de Henkin não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

 

Fonte: R7

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