Tecnologia 1149

Published in Tecnologia Setembro 25 2018

Apenas seis meses após o lançamento da sua primeira versão, a Xiaomi já está preparando um sucessor para o smartphone gamer Black Shark. O aparelho foi homologado na China pela Tenaa, agência que regulamenta as telecomunicações no país, com o código AWM-A0 e não aparenta trazer grandes mudanças em relação ao modelo anterior.

Entre as alterações percebidas estão a mudança de local do sensor de impressões digitais, que foi para a traseira, e o alinhamento das câmeras na vertical em vez de na horizontal. Entre as especificações, o documento confirma apenas que ele manterá a bateria de 4.000 mAh e a tela de 5,99 polegadas vista na primeira versão.

Um celular.

 

Imagens do celular da Xiaomi que foi aprovado pela agência reguladora da China.

Levando em consideração que o aparelho está aprovado e deve ser anunciado em breve, é provável que ele também mantenha o processador Snapdragon 845. Devido às poucas mudanças, não fica claro se esse smartphone será anunciado como um Black Shark 2 ou se chegará às lojas apenas como uma versão recauchutada do Black Shark.

De qualquer maneira, o fato de que ele foi homologado praticamente garante que teremos mais informações sobre esse dispositivo em breve.

 

Fonte: Tecmundo

 

Published in Tecnologia Setembro 25 2018

Uma novidade testada pelo Tinder tenta dar mais segurança às usuárias da plataforma na Índia. Chamado de “My Move”, o recurso permite que as mulheres ativem uma opção para que apenas elas possam iniciar uma conversa com algum contato da rede, garantindo mais controle e seletividade.

Atualmente, a coisa funciona assim: quando dois perfis dão match, qualquer um deles pode enviar uma mensagem privada para o outro e iniciar a conversa. Caso uma usuária o “My Move”, apenas ela pode iniciar o bate-papo com o perfil masculino que também demonstrou interesse.

De acordo com a Reuters, o Tinder vem testando a novidade já há alguns meses na Índia e planeja disponibilizá-la em todo o mundo caso o experimento se mostre bem-sucedido. O país teria sido o escolhido pela plataforma para iniciar os testes porque a adesão de mulheres ao app por lá ainda é baixa.

“Somos uma plataforma baseada na escolha, no consentimento e no respeito mútuo”, revelou Taru Kapoor a diretora-geral do Match Group, a dona do Tinder, na Índia.

 

Fonte: Tecmundo

 

Published in Tecnologia Setembro 25 2018

Os leitores biométricos sob a tela já são uma realidade e não somente a Huawei como outras chinesas estão desenvolvendo melhor essa tecnologia, para que ela se torne cada vez mais comum. A Samsung também vem preparando seus dispositivos para oferecer esse recurso e a estreia seria no Galaxy S10, no começo do próximo ano. Mas, dada essa concorrência, a “novidade” pode chegar tarde. Portanto, há a possibilidade da sul-coreana adiantar isso em aparelhos que devem ser lançados antes, a exemplo do Galaxy P30 e P30+, fabricados justamente para competir no mercado asiático.

Segundo o SamMobile, uma fonte chinesa muito próxima da linha de montagem adiantou que esse leitor biométrico seria diferente dos sensores ultrassônicos de ponta criados pela Qualcomm, sob telas AMOLED — elas possuem painéis mais finos e sem retroiluminação, o que favorecem o reconhecimento.

Os Galaxy P30 e P30+ teriam um esquema baseado em um leitor óptico mais simples, com o funcionamento equivalente ao um sensor de uma câmera, sob um display LCD. A estratégia seria semelhante ao que a Sammy tem feito com a oferta de mais câmeras traseiras. Ao adiantar algumas das vantagens que só seriam vistas em flagships, ela pode disputar o mercado de intermediários com soluções mais modestas.

samsung

 

Isso tudo pode ser confirmado no próximo dia 11 de outubro, quando a Samsung deve anunciar os Galaxy P30 e P30+. E, caso essa solução seja mesmo aprovada pelos usuários, não se surpreenda ao ver em breve a mesma se espalhando para outros aparelhos sem a mesma sofisticação dos leitores biométricos de produtos top de linha.

 

Fonte: Tecmundo

 

Published in Tecnologia Setembro 24 2018

O Facebook está contratando um Diretor de Política de Direitos Humanos que desenvolverá abordagens que fomentem os direitos humanos e a paz, ao mesmo tempo, reprimam aqueles que "nutrem o ódio, sufocam a expressão e enfraquecem os direitos humanos". Esse líder orientaria as investigações sobre os violadores de direitos humanos e trabalharia com o governo e com os parceiros corporativos.

 

O Facebook tem enfrentado críticas, pelo governo de Mianmar, por sua resposta lenta ao uso de sua rede social para alimentar atrocidades, e está determinado a impedir que isso aconteça novamente. A rede também tem sido alvo de vários estudos ao redor do mundo, onde, frequentemente, o aumento de sua utilização tem sido relacionado a uma maior incidência de atos de intolerância pelos usuários, seja na própria rede ou fora dela.

 

Além disso, seis organizações repreenderam o site por levar mais de um ano para tomar parte de informações errôneas que ajudaram a alimentar o genocídio dos Rohingya em Mianmar; a empresa não quer ser colocada novamente nessa posição. De fato, os esforços do Facebook para conter fake news e ondas de intolerância podem não apenas afetar os resultados eleitorais, mas também, em alguns casos, salvar vidas e proteger a dignidade humana básica.

O futuro diretor precisaria de pelo menos 12 anos de experiência em políticas públicas e direitos humanos (inclusive em países em desenvolvimento) e alguma experiência em tecnologia.

 

Fonte: Tecmundo

 

Last modified on Setembro 24 2018
Published in Tecnologia Setembro 24 2018

Em março do ano passado a Samsung registrou uma patente, na Coreia do Sul, que possui título um tanto revelador: "Aparelho eletrônico para inserção de braile e método operacional". A companhia envia centenas de pedidos de patentes todos os anos ao redor do mundo. A maioria tem descrição bastante técnica, o que não dá pistas claras de seu propósito. Entretanto, outras são relativamente simples, com possibilidade de uso bastante óbvio.

A patente em questão descreve um método para pessoas cegas inserirem texto em braile, usando o painel giratório em um smartwatch. Ele permite a entrada em braile, então o usuário controla a posição de entrada no caractere braile de seis pontos girando o painel. Enquanto outras empresas estão investindo em soluções de acessibilidade baseadas em voz, parece que a Samsung quer ir além.

Com exceção da sul-coreana, nenhuma outra marca importante está oferecendo uma opção de navegação baseada em moldura em seus smartwatches. Dado o pequeno tamanho das telas do smartwatch, o painel giratório da Samsung é considerado útil e conveniente às vezes por muitos usuários. Usar o mesmo mecanismo para recursos inovadores e significativos, como a entrada em braile, só o tornará mais exclusivo e desejável. Ideias como essa podem não se converter em lucro imediato, mas é animador ver a empresa tentando tornar seus mais gadgets recentes acessíveis a mais usuários.

 

Não sabemos se a Samsung planeja incorporar essa tecnologia em seus futuros smartwatches. Vale lembrar que nem todas as patentes se transformam em produtos comerciais. Muitas vezes, as empresas se antecipam no registo de patentes, mas acabam por não desenvolver a tecnologia, talvez por falta de interesse do mercado. As patentes também tendem a ser mais complexas do que sugere uma visão geral simplificada.

 

Fonte: Tecmundo

 

Last modified on Setembro 24 2018
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